Quando aos sete anos escavou um bocado de madeira e dali saiu uma coisa parecida com a lua, começou a pensar que quando fosse grande seria escultor.

O sonho cumpriu-se e Paulo Neves é um dos nomes mais conhecidos da escultura portuguesa contemporânea.  […] Das suas mãos saíram centenas de obras públicas que se encontram de norte a sul do país e também no estrangeiro.

– in Jornal de Notícias.

Se penso em música quando me encontro com esta obra, é a cantata a forma que se impõe. Peça cantada, em contraste com a peça tocada, a cantata, é escrita para voz e tem os dois destinos, pode ser profana e sagrada.

– in “lugares marcados”, Fátima Pombo.

[… ] cada escultura é uma palavra nova, um novo rosto, o nascimento de um novo irmão tão antigo.

– in Solidão Povoada, Carlos Neves Carvalho.

Há um caminho de metamorfoses na escultura de Paulo Neves. Da árvore rude, do corpo selvagem das criaturas da floresta, para a transfiguração do humano que guarda a memória, a nostalgia das formas primitivas da natureza.

– in À volta da mesa, Maria João Fernandes.

 

exposições colectivas e individuais